O governo brasileiro arrecadou neste ano, até hoje, mais de 977 bilhões de reais em impostos, segundo o impostômetro. São aproximadamente 560 reais pagos por mês por cada cidadão brasileiro.
Todo esse dinheiro deveria ser suficiente para custear os gastos públicos com os serviços básicos da sociedade como educação, saúde e alimentação. Afinal, é mais do que esse mesmo governo estipula como salário mínimo necessário para sobreviver nesse país.
Com tantos políticos competentes, ainda não foi criada uma lei que garanta esse equilíbrio entre salário mínimo e carga tributária, um princípio básico que impõe um limite na usurpação tributária.
Sem dúvida, a CPMF é um tipo de cobrança inteligente. Cobra-se mais de quem tem mais a pagar, diretamente proporcional a movimentação financeira. Entretanto, não há mais espaço no bolso dos contrbuintes para adição de mais impostos.
Portanto, deve-se discutir a volta da CPMF no lugar de outros impostos, assim como seu fim, quando foi substituida pelo aumento do IOF.Atualmente, paga-se impostos para custear tudo que um brasileiro necessita para sobreviver. Se o que é arrecadado é suficiente, é hora de rever como esse dinheiro é utilizado e não optar pela solução mais prática do aumento.
Além disso, existem outras formas de incremento de caixa. Porém, depende da escolha federal entre se indispor internacionalmente ou com sua própria nação.



